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Mural Sonoro


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Mural Sonoro


O Projecto Mural Sonoro, da autoria de Soraia Simões, surge no ano 2011. Pensa-o entre 2009 e 2010, altura em que se inicia na internet em nome próprio, baptiza-o e materializa-o em Janeiro de 2011 como ''Mural Sonoro''. Passando a assinar com esse nome grande parte dos seus trabalhos , quer no campo da criação cultural como no seio da investigação académica.

O objectivo do Mural Sonoro é, desde os primeiros anos de vida, o de estabelecer uma leitura precisa sobre a música popular realizada em Portugal e o seu impacto durante a segunda metade do século XX, que aproxime todos (as) os (as) interessados (as). Privilegia  nesse processo o diálogo e o cruzamento de testemunhos inéditos de um conjunto de protagonistas radicados em Portugal, sem esquecer os grupos migratórios e os contextos de diáspora em que se inseriram durante esse tempo histórico, bem como os processos económicos, sociais e políticos nos quais se envolveram.

O Mural Sonoro traça o modo como os processos sociais vividos, tendo a música como vector principal, influenciaram a sua criação, a sua produção e a sua recepção, fixando distintos testemunhos e saberes  através de história oral, para memória presente e futura. Essas fontes são igualmente usadas em textos ou trabalhos de cariz ora científico ora informativo, mas também em projectos de criação, documentação, vídeos e gravações inéditos presentes nesta plataforma.

Metodologicamente entrelaça a história oral e captação sonora com a pesquisa documental.  Neste sítio, a autora tem disponibilizado desde 2011 as entrevistas que realizou em suporte digital sonoro.  A condução, assim como os resultados partilhados no decurso dessas recolhas de entrevistas são fruto do seu trabalho de campo - da sua lente-, e do contributo inestimável dos seus principais actores, que partilham as suas memórias de acordo com os temas levantados pela autora.

Neste sítio Soraia Simões partilha igualmente artigos que resultam do cruzamento dessas fontes orais com fontes escritas, colóquios, sons gravados em ambientes sonoros, sons de instrumentos musicais captados em tempo real, seminários e debates que tem organizado, coordenado ou conduzido, encontros de natureza cultural e académica sobre Música Popular.

 

 

 

Em Fevereiro de 2014 funda, com João Fontes Costa, a Associação Mural Sonoro. Uma Organização sem fins lucrativos

«Conversa ao Correr das Músicas», escrito e conduzido pela autora,  é iniciado no Museu Nacional da Música (2013-14) numa parceria com a Associação Mural Sonoro, no ano seguinte integra a programação do BONS SONS'15. A partir de Maio de 2017  apresenta-se na web um programa com o mesmo nome numa primeira série de 13 episódios.

Em Agosto de 2014  foi distinguida com o Prémio Megafone Sociedade Portuguesa de Autores pelo trabalho desenvolvido no âmbito da música e da cultura populares, pela criação e partilha de conteúdos autorais inéditos na plataforma Mural Sonoro e pela criação da associação com o mesmo nome.

Este projecto faz parte  desde 2015 do consórcio liderado pela The British Library Europeana Sounds 

Além de autora dos conteúdos de Mural Sonoro juntou nesta plataforma do projecto a categoria  ''Recepção Musical''. Esta congrega, além dos seus textos, artigos de outros trabalhadores da música e da cultura com quem tem colaborado, ou com os quais se cruzou em projectos que contaram com a sua consultoria, e convida a publicar ou republicar aqui.

Desde 2011 até ao presente colaboraram com o Mural Sonoro fotógrafos, produtores, montadores, tradutores e técnicos de som: os fotógrafos Alexandre Nobre, José Fernandes, Pedro Gomes Almeida, Helder Lagrosse, Helena Silva e Augusto Fernandes, nas traduções: Luís Peres, na montagem de vídeos: Marta Reis, Bruno Cativo, José Ricardo Barroso, Maria Joana Figueiredo, Carlos Melim e na sonoplastia e design de som de trabalhos de criação e investigação João Megre (BIG BIT).

Em Fevereiro de 2015 e Novembro de 2015 respectivamente o Mural Sonoro tornou-se parceiro de projectos desenvolvidos entre o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Socais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e a RTP como «Memórias da Revolução» e «Extrema Esquerda Porque Não Fizemos a Revolução?». O primeiro com a colaboração da autora do projecto e investigadora desta instituição, o segundo com a sua consultoria musical.

Em Janeiro de 2016 o projecto RAPortugal 1986 - 1999 candidato pela Associação Mural Sonoro aos apoios pontuais da DGArtes obteve financiamento. Trata-se de um projecto de investigação e criação coordenado por Soraia Simões realizado entre o ano de 2016 e início de 2017 que pode também consultar nesta plataforma.

Acredita que através da intersecção de domínios do conhecimento e protagonistas com opções e visões diferenciadas - e de projectos culturais específicos que partem de dados reunidos durante esses trabalhos -, se pode construir uma nova leitura acerca da história da sociedade portuguesa da segunda metade do século XX de um modo geral e da cultura popular em particular.

 

 

 

Construir História pondo em evidência o cruzamento da exposição oral de vivências e a interpretação das mesmas é também um exercício de liberdade e de cidadania, Soraia Simões

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Organologia


Breve exposição de instrumentos, porque o estudo dos instrumentos musicais é objecto de uma ciência denominada organologia, que os aborda segundo parâmetros como: a acústica,o historicismo, a mecanicidade, a execução e sua teorização

Organologia


Breve exposição de instrumentos, porque o estudo dos instrumentos musicais é objecto de uma ciência denominada organologia, que os aborda segundo parâmetros como: a acústica,o historicismo, a mecanicidade, a execução e sua teorização