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Sobre a Autora


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Sobre a Autora


 

Soraia Simões, nasceu em Coimbra (Sé Nova, 1976). Tem 41 anos. É autora do projecto Mural Sonoro, que criou em 2011, dirige a Associação Mural Sonoro desde 2014 e é investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea (IHC)  da FCSH  da Universidade Nova de Lisboa desde Fevereiro de 2015.

 

Para onde contactar?

muralsononoro.soraiasimoes@gmail.com

soraiasimoes@fcsh.unl.pt

Na última década tem colaborado com vários projectos e edições quer de natureza científica como de cariz cultural (Le Monde Diplomatique, Laboratório de História Contemporânea da FCSH, RTP, portal O Fado&Outras Músicas do Mundo,  Esquerda.Net, portal Rua de Baixo, a extinta Revista Rubra, o Festival Escrita na Paisagem'12, o Museu Nacional da Música, o portal Buala, o periódico La Rázon, o suplemento/revista do Jornal do Algarve, o Festival BONS SONS'15, etc) com artigos diversos na área musical e na coordenação ou condução de programações culturais e musicais.
Publicou as obras Passado–Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho (Lisboa: Chiado Editora, 2012) e RAPublicar – a micro-história que fez história numa Lisboa adiada: 1986 – 1996 (Lisboa: Caleidoscópio, 2017). Foi distinguida com o prémio Megafone/Sociedade Portuguesa de Autores em 2014 na Categoria Missão. Coordenou o projecto RAPortugal 1986 – 1999 que contou com os apoios pontuais da Direcção Geral das Artes em 2015.
Tem sido convidada como conferencista por vários institutos de investigação e integrado comissões organizadoras e científicas (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, CHAM - FCSH NOVA, CES/UC, IHA/FCSH NOVA, IGOT, IHC/FCSH NOVA, entre outros). Integra também o Caravelas - Núcleo de Estudos de História da Música Luso-Brasileira (CESEM). 


O seu estudo e trabalhos incidem na cultura popular e movimentos transnacionais, nas práticas musicais em contextos migratórios e de revolução política ou ideológica e nos arquivos digitais sonoros.

Entre outras coisas, sem ordem cronológica,  fez uma pós-graduação em Estudos de Música Popular, estudou teoria musical, fez teatro estudantil em Coimbra, editou e reviu artigos, e finaliza em 2018 uma tese na área de especialização em história contemporânea com o título «RAProduções de memória, afirmação, resistências: os primeiros passos do RAP feito em Portugal (1986 - 1998)».

Interessou-se, começando a publicar sobre o tema no ano 2017 e numa perspectiva comparada (entre o período histórico que investiga e a actualidade) durante a sua investigação sobre o início do rap em Portugal pelo modo como  as mulheres foram apresentadas, se apresentaram, foram representadas e se representaram na música em Portugal pautada por uma masculinização de diferentes sectores de produção e recepção nos quais os homens continuam a ser maioritários. Estreia em Julho de 2018 o podcast Mural Sonoro, estendendo o debate acerca dos papéis e reportórios de luta, lugares de fala e de resistência  das mulheres a vários universos da música (popular e clássica).

É a consultora musical do projecto que faz parte dos conteúdos especiais da RTP Extrema-Esquerda: Porque não Fizemos a Revolução?. Tem no prelo (2019) o filme documental A Guitarra de Coimbra, da sua autoria, realizado por José Ricardo Pinto em fase de produção para a RTP2.

Tem cedido diversas entrevistas acerca das suas investigações, a grande maioria pode ser encontrada nos arquivos das respectivas edições on-line: Antena 1 (programa Ponto de Partida de Eduarda Maio, programa de Ana Sofia Carvalheda, programa Os Dias do Futuro de Edgar Canelas), Antena 3 (programas: Domínio Público, portal Oub'láAs Manhãs da 3 ou Prova Oral), Antena 2, Canal Q (É a vida Alvim), RDP Internacional (conversas com Germano Campos), RTP2 (Página 2, Jornal 2), Jornal de Letras, Jornal Público, Diário de Notícias, Lusa, SIC Internacional (Etnias), RTP África (Rumos),  Rádio Renascença (vários), RTP 1 (Há Tarde, com Herman José), RUC ( Santos da Casa), RTP online, podcasts e blogues vários (Brandos Costumes de Pedro Paulos, Vidas&Obras de Pedro Marques, Portugal Rebelde, InfoCul, Schiffter, Blogue FCSH NOVA, FCSH + NOVA), entre outros.

 

Fotografia Bio de José Fernandes

 

Interesses como autora

A escrita — a científica: necessária, a romancista e a cronista: nas horas propícias. 

As músicas — os sons, os ruídos, os silêncios —, as percepções e as memórias, as estórias visíveis e as invisíveis.

O indivíduo e o colectivo  — as culturas e os lugares, as paisagens reais e as imaginadas, os repertórios de luta e os repertórios de resistência.

Domínios científicos nos quais trabalha

História Oral e História das Ideias, História das Músicas Populares no século XX

Pós-Graduada em Estudos de Música Popular e História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, encontrando-se a desenvolver a sua tese de mestrado na área de especialização em História Contemporânea com o título RAProduções de memória, afirmação, resistências: os primeiro passos do RAP feito em Portugal (1986 - 1998) .

Comunicações em encontros de natureza cultural e científica por convite

  • 2018 - 12 de Abril. Sessão «Cidade Cidadã», comunicação: RAPresentar a cidade (In) visível no arranque do hip-hop em Portugal. Convite: Secretaria de Estado da Tecnologia e Ensino Superior. Portugal Smart Cities. Centro de Congressos de Lisboa.
  • 2018 - 23 de Março: Qual o futuro do hip-hop?. Debate. Semana da Juventude. Convite: Câmara Municipal de Lisboa.
  • 2018 - 8 de Março, comunicação: O malsucedido sucesso: os dois primeiros grupos de RAP femininos em Portugal,. Convite: Escola Artística António Arroio.
  • 2017 - 16, 17 e 18 de Novembro, Seminário Práticas de Arquivo em Artes Performativas, organização: CEIS20/Universidade de Coimbra, Instituto de História da Arte - FCSH NOVA I Locais: TAGV - Teatro Académico Gil Vicente (Coimbra), 16 de Novembro, teatro Nacional de São João | Centro de Documentação MSBV, Porto (17 e 18 de Novembro).
  • 2017 - 7, 8, 9, 12 de Novembro, Colóquio Reinventar o discurso e o palco: o RAP entre saberes locais e olhares globais, organização: Universidade Eduardo Mondlane, Bloco4Foundation, Mural Sonoro, local: Centro Cultural Brasil Moçambique, Maputo.
  • 2017 - 29 de Julho Como se Fora seu Filho, comunicação: «MusicAtenta e RAP - ´Tudo depende da bala e da pontaria´: do exílio às ruas (1961 - 1994)», convite Associação José Afonso.
  • 2017 - 5 e 6 de Julho RAPensando as Ciências Sociais e a Política, mesa 3 - «Temos passados não antecendentes: o rap e a luta contra a xenofobia em Portugal», a convite de Boaventura de Sousa Santos. Encontro promovido pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.
  • 2017 - 10 de Maio, FOrA - Festival da Oralidade do Algarve, convite/oganização do CHAM - linha de investigação ''Património e Memória''. Comunicação: Construir história pondo em evidência o cruzamento da exposição oral de vivências e interpretação das mesmas: exercício de liberdade e de cidadania.
  • 2017 - 2 de Maio, Palestra «Práticas musicais e cultura popular no 25 de Abril de 1974», a convite do Laboratório de História do IHC-FCSH/UNL, sítio: Escola Secundária Leal da Câmara em Rio de Mouro.
  • 2017 - 21 de Abril, Seminário: Música, Jovens e Migrações, convite/organização: CEG, IGOT - Universidade de Lisboa e CIS.Nova (FCSH-UNL), painel 2: Música, Identidade e Política, comunicação: «RAPublicar: 1986-1996».
  • 2017 - 1 de Fevereiro, RAPublicar – a «micro – história» que fez história numa Lisboa adiada 1986 – 1996, Seminário de Investigação Permanente | Lisboa, FCSH/NOVA, Edifício ID, Multiusos 2.
  • 2016 - 1 de Outubro - 11.45, convite Biblioteca Municipal de Penacova - Novos Processos de Preservação e Divulgação do Património Imaterial, Comunicação: Mural Sonoro: Memórias e sons locais sem paredes.
  • 2016 - RAPortugal 1986 – 1994: território e poder, Seminário de Investigação Permanente | 21-22 Junho 2016, Lisboa, FCSH/NOVA, Edifício ID, Multiusos 2.
  • 2015 - Apresentação n. 67 (2014) | Ler História. convite: Fernanda Rollo (IHC), em debate "Música e Revolução. A Música Popular em Portugal no contexto das Campanhas de Dinamização Cultural e no PREC" (coord. debate Soraia Simões).


Curadorias por convite

  • 2017 -  Dezembro  «CLOSE UP - Punk's Not Dead», exposição de Paulo Moreira (Luanda, Angola 1968), Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, curadora: Soraia Simões (IHC, FCSH, Mural Sonoro).

Consultorias&comissões científicas por convite

  • 2017 - Dez, 7, 8, Comissão Científica Colóquio Internacional «Variações sobre António - um colóquio em torno da obra de António Variações» -, convite e organização: Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
  • 2016/2017 - RAPortugal 1986 - 1999, pontuais DGArtes.
  • RTP, a partir de Novembro de 2015, Extrema Esquerda: porque não fizemos a revolução? de Luís Marinho, Rosário Lira e Ricardo Andrade. Consultoria histórico-musical.

Comissão de honra

Bloco4 Foundation, Maputo

Coordenação e comissão organizadora

  • Colóquio científico Bandas e Música para Sopros. (Re)pensar Histórias Locais e Casos de Sucesso, FCSH NOVA (2017, apoio: Instituto de História Contemporânea).
  • Ciclo Cinema é Liberdade, FCSH NOVA em parceria com Real Ficção (Abril e Maio de 2017, apoio: Instituto de História Contemporânea).
  • Ciclo de debates mensais RAPortugal 1986 - 1999 (2016 - 2017, apoio: Direcção Geral das Artes'15).
  • Ciclo de debates mensais sobre Música Popular, Museu Nacional da Música (2013 - 1015, apoios Museu Nacional da Música, Associação dos Amigos do Museu da Música).
  • Ciclo de debates mensais Conversas à volta da Guitarra Portuguesa em parceria com A Muralha - Tasca Alfama (2013 - 2015).
  • Ciclo África Move (Julho/Agosto, 2012), Festival Escrita na Paisagem, edição com o tema «Cosmopolíticas».
  • Ciclo MusicAtenta (Novembro/Dezembro, 2012), Largo do Intendente.


Publicações de livros como autora

  • 2017 - RAPublicar – a «micro – história» que fez história numa Lisboa adiada 1986 – 1996, edic. Editora Caleidoscópio.
  • 2012 - Passado - Presente. Uma Viagem ao Universo de Paulo de Carvalho, Chiado Editora.


Programas& documentários de autora

  • No prelo (2019) A Guitarra de Coimbra, documentário produzido pela Velvet Station para a RTP2, da autoria de Soraia Simões com realização de José Ricardo Pinto.
  • 2013 - 2017 Conversa ao Correr das Músicas, iniciado no Museu Nacional da Música numa parceria com a Associação Mural Sonoro, no ano seguinte integra a programação do BONS SONS'15. A partir de Maio de 2017 curtos episódios daqui resultantes bilingue (pt/engl)  passam a estar disponíveis nesta plataforma.
  • 2018 - Podcast Mural Sonoro (estreia 12 de Julho).

 Revistas Científicas

Colaborações multimedia
Europeana Sounds, Memórias da Revolução (IHC/RTP), Extrema-Esquerda. Porque não fizemos a Revolução? (RTPlay), Dipanda’75
(Documentário), O Fado e as Outras Músicas do Mundo (portal), Buala (portal), Revista Rubra, Obeissance est Mort (blogue), Paulo de Carvalho (portal).

Participações em audiovisual e media

  • Versos que Atravessam, Depoimento, contextualização, Documentário sobre a «cultura hip-hop» entre Portugal e o Brasil do realizador brasleiro Léo Almeida (2016 - 2017). Gravação: Lisboa Entrevista a Soraia Simões: Léo Almeida.
  • Ensaio de Fado, Depoimento. Entrevista a Gabriel Lopes Pontes (documentarista brasileiro). Gravação Museu do Fado, Lisboa, Março de 2015.
  • La música rota de un lamento: Sentimiento portugués. Entrevista cedida a La Razón (Edición Impresa) / María Ángeles Fernández y Jairo Marcos, public. 06 de abril de 2014.


Alguns artigos

Simões, Soraia 2018. « Fixar o (in)visível: papéis e reportórios de luta dos dois primeiros grupos de RAP femininos a gravar em Portugal (1989 - 1998) », Cadernos de Arte e Antropologia, Vol. 7, No 1 | -1, 97-114. Brasil.

Simões, Soraia. 2018. RAPoder no Portugal urbano pós 25 de AbrilAs margens, o centro, paradoxos e contradições (O Independente, Jornal Blitz). (parte II). Cultura. Esquerda.net.

Simões, Soraia.  2018. (parte I). RAProduções de Memória: Apontar origens, influências e contradições. Cultura. Esquerda.net.

Simões, Soraia. 2017. Percursos da Invibilidade. As mulheres no RAP: afirmação e resistência, Le Monde Diplomatique. Edição Impressa.

Simões, Soraia. 2016.  Maoísmos e Cultura Popular. Experiência portuguesa, repertórios e discursos (1972 - 1975), breves considerações. Plataforma Mural Sonoro.
Simões, Soraia. 2016. RAPORTUGAL 1986–1999. Newsletter Caravelas. Ano 8. Núcleo de Estudos da História da Música Luso-Brasileira.
Simões, Soraia. 2016. RAPortugal: territórios e poder no Portugal urbano pós 25 de Abril (1986 – 1994). Plataforma Mural Sonoro.

Simões, Soraia. 2016. Sincronias e Assincronias do Fado no contexto amadorístico de Alfama. Plataforma Mural Sonoro.

Simões, Soraia. 2015. Angola: o itinerário da palavra na canção e a emancipação da cultura popular face ao imperialismo português (1961 - 1975). Plataforma Mural Sonoro.

Simões, Soraia.  2014. Hugo Ribeiro: Senhor gravação. Suplemento (JA Magazine) do Jornal do Algarve.

Simões, Soraia. 2013. Recolha Mural Sonoro: instrumentos e sua classificação. Portal Mural Sonoro.

Simões, Soraia.  2012. Lusofonia não é o designío mas o que se faz com o designío. Portal Mural Sonoro.

SIMÕES. Soraia. 2012. Breves considerações acerca da performance de géneros musicais, literários e coreográficos cabo-verdianos, portal Buala.

Simões, Soraia.  2012. A importância de tratar o músico como um profissional e não como um animador. Portal Buala.

Simões, Soraia. 2009. Punked, Do Novo Rock à Quimera Punk em Portugal, área Música. Portal Rua de Baixo.